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Diáconos permanentes de Santa Catarina participam de Assembleia Geral em Goiânia (GO)

(08/04/2019)

A Arquidiocese de Goiânia (GO), acolheu entre os dias 4 e 7 de abril, a XI Assembleia Geral da Comissão Nacional dos Diáconos (CND). O evento, realizado no Centro Pastoral Dom Fernando, teve como tema central ‘Os desafios da formação: inicial e permanente’. O evento recebeu mais de 150 diáconos e aproximadamente 55 esposas que participaram, paralelamente do 1º Congresso das Esposas Diaconais.

A XI Assembleia Geral da CND também teve caráter eletivo. Na tarde de sábado, 6 de abril, foi eleito como novo presidente da Comissão, o diácono Francisco Salvador Pontes Filho (diácono Chiquinho). Vindo da Arquidiocese de Manaus (AM), Regional Norte 1, o diácono foi eleito com 73, dos 145 votos válidos dos delegados presentes na Assembleia.

Também foram eleitos os representantes das outras funções da presidência da CND. Confira abaixo a lista de funções e eleitos: Vice-presidente: diácono Julio Cesar Bendinelli – Regional Leste 2; Secretário: diácono José Oliveira Cavalcante (diácono Cory) – Regional Nordeste 1;  Vice-secretário: diácono Hamilton dos Santos Nascimento – Regional Centro-Oeste; Tesoureiro: diácono Antônio Oliveira dos Santos – Regional Norte 3; Vice-tesoureiro: diácono Rosinaldo Mota Trovão – Regional Norte 1.

Formação

A partir do tema central da XI Assembleia da CND, o bispo de Tubarão, presidente do Regional Sul 4 da CNBB e referencial para os diácono no Brasil, dom João Francisco Salm. De acordo com o bispo, a CND vem se preocupando há algum tempo com a idealização de um projeto formativo para os diáconos permanentes. “É necessário observar com mais amplitude os caminhos para se chegar ao processo vocacional do diácono permanente. Os passos a serem dados, desde a candidatura até a ordenação, deve observar a sua identidade de batizado, sua espiritualidade e o modo com que ele entende a Igreja”, disse.

Dom Salm, colocou ainda, que, a diaconia sempre deve levar o vocacionado ao encontro com o outro. “Quem quer ser diácono, tem que treinar para ver a Trindade que está no outro. O outro faz parte de dele. Ele deve ser uma presença evangélica e evangelizadora, sobretudo nos espaços de fragilidade social, fazendo ali a diferença”, declarou. O bispo referencial também disse, que, “é importante estar atento a vivência das dimensões da formação e o cuidado, na ação pastoral, com a articulação das cinco urgências da ação evangelizadora que são grandes indicativos quando o assunto é a preparação para a vida pastoral do diácono”.

Fonte e Imagem: Divulgação/CNBBSul4

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